MÍSTICA TRICOLOR
MÍSTICA TRICOLOR

Este sábado foi de grande emoção para a torcida do Bahia. Jogando contra o Fluminense na casa do adversário, o Esquadrão de Aço atuou com a raça e competência que fez jus à sua história gloriosa.
Titi e Paulo Miranda, com destaque para o último, mostraram segurança e inteligência na defesa, salvando todas e proporcionando ligação rápida com meio de campo e ataque. Um aguerrido Carlos Alberto se esmerou na criação, rachando todas as divididas, protegendo bem a bola e colocando Júnior e Jobson na cara do gol por diversas vezes. Jancarlos arriscou bem de fora da área, enquanto Ávine, embora não particularmente inspirado, compôs bem o ataque.
Foram muitas as chances perdidas, por Jobson em particular. O Bahia foi superior em todos os setores e, aos 25 do segundo tempo, o Fluminense parecia ter abandonado o campo. Só dava Bahia, mas talvez pelo nervosismo em desencantar as chances perdidas se multiplicavam. O Bahia merecia ganhar, e o empate já não faria jus ao desempenho aguerrido do tricolor baiano. Foi então que, aos 47, Marcos ligou veloz contra-ataque, acionando Ávine, que, com passe envenenado, deixou Jobson na cara do gol para balançar a rede com tiro certeiro.
Feliz obra do destino, foi Jobson, que agora enfrenta julgamento para reduzir pena de 2 anos por uso de cocaína, quem alcançou o tento tricolor, caindo nas graças da melhor torcida do Brasil. Em nome da nação tricolor, a Tricolopes acolhe o craque em seus braços e torce com Jobgol por sua reabilitação junto à Corte Arbitral do Esporte, na Suíça.
